Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida: o resumo do romance de Leonardo no Rio do tempo do rei novo
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Resumo escrito para o acervo Net Love em 3 de outubro de 2026. A apresentação, os comentários e a organização em blocos são nossos, de 2026, e não são de Manuel Antônio de Almeida. A obra é dele: saiu em folhetim, sem o nome do autor, entre 1852 e 1853, e em livro, em dois volumes, em 1854 e 1855. O autor morreu em 1861, e a obra está em domínio público no Brasil. O texto que lemos e citamos é a transcrição da Wikisource em português, que declara como edição de referência a da Tipografia Brasiliense, de 1854, e numera os quarenta e oito capítulos em sequência, de 1 a 48; é essa a numeração usada aqui. A grafia da transcrição é a de hoje, com o trema de antes, e nós não mexemos em nada. O padrinho de Leonardo fez a vida num navio negreiro, que trazia pessoas escravizadas para o Rio, e a casa de D. Maria tem pessoas escravizadas; a escravidão foi crime e violência contra pessoas, amparada pelas leis da época. O narrador fala dos ciganos, das mulheres e das pessoas negras com os preconceitos do tempo dele; essas opiniões são do narrador, e o resumo as apresenta como dele. O livro conta muitas vezes surras, pontapés e chibatadas como coisa de rir; o resumo conta cada uma numa frase, sem descrição. As figuras deste texto foram geradas por inteligência artificial em 2026.
Era no tempo do rei
O livro começa com uma frase curta:
Era no tempo do rei.
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 1
O rei é o que veio de Portugal para o Rio de Janeiro com a corte; o livro nunca diz o nome dele, só "el-rei".
Numa esquina das ruas do Ouvidor e da Quitanda, que se chamava o canto dos meirinhos, os oficiais de justiça passavam o dia sentados.
O mais antigo era o Leonardo-Pataca, que vivia se queixando de que só lhe pagavam 320 réis por citação.
Leonardo tinha vindo de Lisboa no mesmo navio que a Maria da hortaliça, quitandeira das praças de Lisboa.
O namoro começou a bordo, com uma pisadela no pé dela e um beliscão na mão dele.
No Rio, os dois foram morar juntos, e nasceu um menino.
E este nascimento é certamente de tudo o que temos dito o que mais nos interessa, porque o menino de quem falamos é o herói desta história.
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 1
No batizado, a madrinha foi a parteira, e o padrinho, o barbeiro que morava defronte.
O menino também se chama Leonardo.
O menino fica com o padrinho
Aos sete anos, o menino já é o terror da vizinhança.
O pai desconfia da Maria: um sargento passa muito pela porta, um colega aparece em horas estranhas, e o capitão do navio em que eles vieram de Lisboa ronda a casa.
Um dia ele bate na Maria, e o menino, que rasgava os papéis do pai no chão, leva um pontapé e corre para a loja do padrinho.
O pai o chama de "filho de uma pisadela e de um beliscão".
Ao outro dia sabia-se por toda a vizinhança que a moça do Leonardo tinha fugido para Portugal com o capitão de um navio que partira na véspera de noite.
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 2
O pai vai embora e deixa o filho.
O barbeiro, que já tinha prometido à Maria cuidar do menino, fica com ele.
O livro chama o barbeiro de "compadre", e a parteira, de "comadre".
O padrinho quer um padre
O compadre tem "50 e tantos anos", nunca teve família, e passa a gostar do afilhado com uma "amizade cega e apaixonada".
Ele resolve que o menino vai ser padre, e sonha mandá-lo um dia a Coimbra.
O menino não gosta de missa.
Na semana em que o padrinho anuncia que vai ensinar a ele o bê-a-bá, ele some atrás de uma via-sacra.
Passa a noite numa festa de ciganos, vendo o fado, e volta de manhã com uma resposta pronta:
Fui ver um oratório... Não diz que eu hei de ser padre?!...
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 6
Quando as lições começam, o menino empaca no F.
A comadre acha que o menino não tem jeito para padre e quer metê-lo na Conceição, para aprender um ofício.
Uma vizinha viúva repete a quem quiser ouvir que o menino "tem maus bofes".
O major Vidigal
Enquanto isso, o Leonardo-Pataca se apaixona por uma cigana, que também o deixa.
Para tê-la de volta, ele procura um caboclo que vive num casebre no mangue da Cidade Nova e tem por ofício "dar fortuna".
No meio da cerimônia, à meia-noite, alguém bate à porta.
É o major Vidigal, o homem que manda na polícia da cidade.
O major Vidigal era o rei absoluto, o árbitro supremo de tudo que dizia respeito a esse ramo de administração; era o juiz que julgava e distribuía a pena, e ao mesmo tempo o guarda que dava caça aos criminosos
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 5
O major obriga os que dançavam a continuar até a exaustão, com o Leonardo-Pataca ajoelhado junto à fogueira, manda os granadeiros darem chibatadas e leva o Leonardo-Pataca para a casa da guarda e depois para a cadeia.
Quem o tira de lá é a comadre, que vai pedir a um velho tenente-coronel, e o tenente-coronel, que pede a um fidalgo, que fala com el-rei.
O livro explica depois por que o tenente-coronel ajuda: foi o filho dele quem, em Lisboa, enganou a Maria com promessa de casamento, antes de ela vir para o Brasil.
O arranjei-me
Quando sonha com o futuro do afilhado, o compadre pensa consigo que "eu arranjei-me", e no capítulo 9 o narrador conta como.
Ele foi uma criança enjeitada, criada por um barbeiro, e saiu de casa com uma bacia de barbear e um par de navalhas.
Um marujo o leva como sangrador num navio negreiro, que ia à Costa, como o livro diz, buscar pessoas escravizadas para o Valongo, no Rio.
Na volta, o capitão adoece e, antes de morrer, entrega a ele uma cinta e uma caixa de dinheiro para levar à filha.
O compadre decidiu-se a instituir-se herdeiro do capitão, e assim o fez.
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 9
O livro conta isso em tom de piada, e passa depressa pelas pessoas que o navio trazia.
Desse dinheiro nasceu a fortuna que o padrinho vai deixar a Leonardo, e que só chega às mãos dele no fim do livro.
Sacristão da Sé
Na escola da rua da Vala, o mestre usa a palmatória, e o menino apanha desde o primeiro dia.
Em dois anos aprende "a ler muito mal e escrever ainda pior", foge da escola e faz amizade com um pequeno sacristão da Sé.
O padrinho acaba deixando que ele também vire sacristão.
Com o amigo, ele joga fumaça de incenso na cara da vizinha dos maus agouros e cera derretida na mantilha dela.
Depois, encarregado de avisar o padre mestre-de-cerimônias da hora do sermão, ele diz dez horas em vez de nove.
O padre chega atrasado, encontra um capuchinho italiano pregando no lugar dele, e os dois pregam ao mesmo tempo.
Na sacristia, cheia de gente, o menino conta que deu o recado na casa da cigana, onde o padre estava.
É despedido.
Foi esta a pior peça que se lhe podia pregar: ele estava como em um paraíso, e expeliam-no dele
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 14
A cigana é a mesma que deixou o Leonardo-Pataca.
Ele descobre que o rival é o padre, paga um valentão chamado Chico-Juca para armar uma briga na festa de aniversário dela e avisa o Vidigal, que manda revistar um quarto da casa, onde um granadeiro acha o padre.
O padre abandona a cigana, e o Leonardo-Pataca volta para ela.

Um completo vadio
Numa festa de procissão, na casa de D. Maria, uma senhora rica, viúva e apaixonada por processos na justiça, cada adulto tem um plano para o menino: o padrinho quer Coimbra, a comadre quer a Conceição, D. Maria quer um cartório.
O livro pula alguns anos e conta o que ele escolheu:
nem foi para Coimbra, nem para a Conceição, nem para cartório algum; não fez nenhuma destas coisas, nem também outra qualquer: constituiu-se um completo vadio, vadio-mestre, vadio-tipo.
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 18
A partir daqui o livro chama o pai de Leonardo-Pataca e o filho só de Leonardo.
O pai, enfim, deixou a cigana por outra infidelidade e "arranjou-se" com uma moça da casa da comadre, que o livro chama de sobrinha dela no capítulo 16 e de filha dela do capítulo 24 em diante; o nome dela é Chiquinha.
D. Maria, depois de ganhar mais uma causa na justiça, traz para casa uma sobrinha órfã.
Leonardo acha a menina alta, magra e calada, e tem de segurar o riso.
O fogo no Campo
No domingo do Espírito Santo, depois da Folia do Divino, D. Maria convida o compadre para ver o fogo no Campo.
D. Maria manda Leonardo dar o braço à sobrinha, e o livro passa a chamá-la pelo nome: Luisinha.
Ela nunca tinha visto fogos.
Quando o primeiro foguete sobe, ela fala pela primeira vez: "Olhe, olhe, olhe!".
Mais adiante, nas rodas de fogo, ela se apoia nos ombros de Leonardo para ver melhor.
pareceu-lhe então o rosto mais lindo que jamais vira, e admirou-se profundamente de que tivesse podido alguma vez rir-se dela e achá-la feia.
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 20
Os dois voltam de mãos dadas.
Na visita seguinte, Luisinha volta a ficar de olhos no chão, como antes.
José Manuel, a comadre e o mestre-de-reza
Aparece na casa de D. Maria um homem de uns trinta e cinco anos, chegado da Bahia: José Manuel.
É mentiroso e maledicente, e corteja a tia porque Luisinha é a única herdeira dela.
O padrinho chama a comadre para ajudar, e ela entra na guerra.
Primeiro, ela vai pondo em relevo as mentiras de José Manuel, como a do naufrágio em que ele se salvou pulando de pote em pote até a praia.
Depois, inventa que viu José Manuel fugir com uma moça e um pé de meia cheio de ouro junto ao Oratório de Pedra, e D. Maria fecha a porta para ele.
Leonardo, entre uma coisa e outra, faz a declaração.
Depois de semanas ensaiando, gaguejando e suando, só consegue dizer "eu lhe quero... muito bem".
Luisinha fica "cor de uma cereja" e vai embora pelo corredor, sem responder.
José Manuel arranja o seu próprio aliado: o mestre-de-reza cego que ensina as orações às crias, as crianças escravizadas da casa de D. Maria, famoso pelo rigor da palmatória e por arranjar casamentos.
O cego descobre a intriga e leva à casa de D. Maria o pai da moça que tinha fugido, e ele diz com quem a filha estava.
A mentira da comadre cai.
A morte do padrinho
O compadre adoece, toma umas pílulas de um boticário e morre.
No testamento, deixa tudo a Leonardo, "seu universal herdeiro".
Leonardo vai morar com o pai, com Chiquinha, com a irmãzinha que nasceu dos dois e com a comadre, que se muda para lá.
Chiquinha e Leonardo brigam todo dia.
Numa dessas brigas, ele derruba a almofada de renda dela, os dois trocam insultos, e o pai corre atrás dele com o espadim do uniforme, embainhado.
Leonardo foge de casa e não volta a morar com o pai.
Vidinha
Leonardo vai parar nos Cajueiros, onde encontra o velho amigo sacristão, Tomás da Sé, num piquenique.
Lá está Vidinha, que canta modinhas na viola.
Decididamente estava apaixonado por esta última.
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 31
A família de Vidinha, duas irmãs que se dizem viúvas, uma com três filhos e outra com três filhas, acolhe Leonardo como agregado da casa.
Dois primos de Vidinha também gostam dela, e um deles acaba brigando com Leonardo.
Os dois primos se juntam e vão contar ao Vidigal que há na casa um rapaz sem ofício, vivendo à custa alheia.
O major aparece num passeio da família e leva Leonardo, explicando por quê:
Ele não fez nem faz nada; mas é mesmo por não fazer nada que isto lhe sucede.
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 34
A cadeirinha e a ucharia
Enquanto isso, José Manuel ganha uma causa de D. Maria na justiça e pede a mão de Luisinha, e a tia aceita.
Ora, como sabem todos os que me lêem, o Leonardo tinha abandonado Luisinha; ela aceitou portanto indiferentemente a proposta de sua tia.
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 35
Leonardo escapa do Vidigal no caminho: corre para dentro de um prédio, se esconde numa cadeirinha parada na entrada e sai enquanto os soldados sobem a escada.
O major vira motivo de riso na rua e jura que vai pegá-lo sozinho.
A comadre arruma para Leonardo um emprego na ucharia real, a despensa do palácio.
Lá ele leva caldo à moça que vive com um homem da casa real, o toma-largura, é pego, foge e é despedido no dia seguinte.
Vidinha, enciumada, vai tirar satisfação na ucharia.
Leonardo corre atrás dela e, no portão, é agarrado pela gola por uma mão magra: a do Vidigal.
Granadeiro do Vidigal
Por dias, ninguém sabe dele, e a família de Vidinha passa a achar que ele se escondeu de propósito.
O toma-largura começa a visitar a casa, e Vidinha, aconselhada pela mãe a dar o troco a Leonardo, corresponde.
Num novo passeio aos Cajueiros, o toma-largura bebe e arma uma briga, e o Vidigal surge com os granadeiros.
O soldado que recebe a ordem de prendê-lo é Leonardo.
O major o tinha feito sentar praça e o tinha posto como granadeiro no seu próprio serviço.
Mas Leonardo continua o mesmo.
Numa batida contra uma festa em que se fazia troça do major, ele mesmo aparece deitado no chão, debaixo de um lençol, fazendo o papel do major morto.
Depois, mandado vigiar um tocador de viola chamado Teotônio no batizado da irmã, ele o avisa, e o Teotônio passa pelo major disfarçado de corcunda e aleijado.
Um amigo do Teotônio abraça Leonardo na frente do major e o felicita pela fuga, e o segredo acaba.
Recolha-se preso ao quartel.
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 44

A morte é juiz
José Manuel se revela um marido duro, que prende Luisinha em casa e briga na justiça com D. Maria por causa da herança.
A tia e a comadre fazem as pazes e se juntam para ajudar Leonardo, que está preso e ameaçado de chibata.
Elas vão pedir a Maria-Regalada, antiga namorada do Vidigal.
As três vão à casa do major, que as recebe de farda e de tamancos.
Ele faz um sermão sobre a disciplina, as três começam a chorar, e ele acaba chorando junto, mas não cede.
Maria-Regalada diz então uma coisa ao ouvido dele, e o major perdoa Leonardo.
Na mesma noite, José Manuel morre de um ataque que teve na rua, ao voltar do cartório.
D. Maria resume a briga que tinha com ele na justiça:
A morte foi desta vez juiz.
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 47
No dia do enterro, quase ao anoitecer, Leonardo aparece já promovido a sargento de granadeiros.
Ele e Luisinha, viúva, se olham de novo, e ela lhe estende a mão na despedida.
Sargento de milícias
Os dois reatam o namoro, e Luisinha diz à tia que agora quer escolher o marido sozinha.
D. Maria já pensava a mesma coisa.
Falta um detalhe: sargento da tropa de linha não pode casar.
A solução de Leonardo é deixar a tropa de linha e passar, no mesmo posto, para as milícias.
O segredo que Maria-Regalada tinha dito ao major era a promessa de ir morar com ele, e é na casa dela que o grupo o encontra, de rodaque e tamancos.
O major consegue tudo em uma semana.
um era a sua baixa de tropa de linha; outro, sua nomeação de sargento de milícias.
Memórias de um Sargento de Milícias, capítulo 48
O pai entrega a Leonardo a herança do padrinho, que estava intacta.
Leonardo e Luisinha se casam na Sé.
O narrador para aí, de propósito, e diz que depois disso começou "o reverso da medalha", com a morte de D. Maria e a do Leonardo-Pataca, e não conta mais nada.

Uma nota sobre 1852
O narrador escreve em meados do século 19 sobre o Rio de algumas décadas antes, e vive comparando "aquele tempo" com o tempo dele, quase sempre com ironia.
O livro trata de gente pobre e remediada: meirinhos, barbeiros, parteiras, sacristães, agregados, soldados.
A vida de Leonardo é feita de recusa ao trabalho e de protetores, e muita coisa se resolve por pedido, padrinho e favor; o próprio narrador diz que o "compadresco" era "uma mola real de todo o movimento social".
O livro também tem os preconceitos do tempo dele, e o narrador os escreve como verdade.
Ele chama os ciganos de "praga" e de velhacos, generaliza sobre o que é o coração das mulheres e descreve pessoas pela cor da pele.
Nas casas há "crias" e escravos, que quase não falam, e o navio negreiro do padrinho aparece como um capítulo de esperteza.
Registramos isso como está no texto, sem corrigir as palavras.
Em várias passagens, as surras, a palmatória da escola e as chibatadas do Vidigal recebem tratamento cômico; em outras, como a ameaça de chibata do capítulo 45, provocam medo e choro. Seja como for, o resumo não as toma como coisa de rir.
A transcrição
A Wikisource declara como edição de referência a da Tipografia Brasiliense, de 1854, e dá como referência a Literatura Digital da Universidade Federal de Santa Catarina, com a nota de que essa fonte serve para confirmar dados e existência; não há fac-símile ligado.
A grafia é a de hoje, com o trema de antes ("tranqüilo").
A transcrição tem palavras coladas, como "tudoisto" no capítulo 8 e "deestupefação" no capítulo 25, e alguns erros de digitação, como "Batia" no lugar de Bahia, no capítulo 17; nós não mexemos neles.
Leia o romance inteiro, na transcrição publicada pela Wikisource em português, com os 48 capítulos em páginas separadas, que declara como referência a edição de 1854. É dessa mesma transcrição que saem os trechos citados aqui, com a grafia dela. Memórias de um Sargento de Milícias não está no acervo da Net Love. A obra está em domínio público no Brasil.
Este texto é da série Resumos de Livros. Outros da série são A Moreninha, Memórias Póstumas de Brás Cubas, O Cortiço, Lucíola e Triste Fim de Policarpo Quaresma.
Este resumo é uma leitura de 2026, escrita para o acervo Net Love, e não substitui o livro. A obra é de Manuel Antônio de Almeida. Os trechos citados vêm da transcrição da Wikisource em português, que declara como referência a edição de 1854. Os blocos saíram dos capítulos 1, 2, 5, 6, 9, 14, 18, 20, 31, 34, 35, 44, 47 e 48, pela numeração contínua dela, e as frases curtas entre aspas, conferidas no mesmo texto, vêm também dos capítulos 3, 4, 13, 23, 28 e 45. A grafia da fonte não foi atualizada. As citações não trazem travessão de diálogo. A nota sobre 1852 foi escrita aqui e não cita nenhum crítico.
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