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Ressurreição, de Machado de Assis: o resumo do homem que não soube confiar novo

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2.760 palavras

Resumo escrito para o acervo Net Love em 4 de outubro de 2026. A apresentação, os comentários e a organização em blocos são nossos, de 2026, e não são de Machado de Assis. A obra é dele e está em domínio público no Brasil. O texto que lemos e citamos é a transcrição da Wikisource em português, uma página para cada uma das duas advertências e dos vinte e quatro capítulos, que a ficha da Wikisource diz ter sido obtida da Obra completa da Editora Nova Aguilar (1994). A transcrição tem erros de digitação, e nós não os corrigimos. O livro mostra pessoas escravizadas que servem nas casas; a escravidão foi crime e violência contra pessoas, amparada pelas leis da época. As figuras deste texto foram geradas por inteligência artificial em 2026.

Félix e os amores de seis meses

O livro abre num dia de ano-bom, "já lá vão dez anos", nas Laranjeiras.

O Dr. Félix está perto dos trinta e seis anos; formou-se em medicina, conheceu a pobreza e, depois de uma herança inesperada, vive sem precisar trabalhar.

O narrador o apresenta como um homem complexo, incoerente e caprichoso.

Viana, um conhecido que vive de jantar nas casas alheias, traz o convite do Coronel Morais para um sarau naquela noite e fala da irmã, Lívia, viúva, que voltou de Minas havia oito dias e pensa numa viagem à Europa.

Félix só a tinha visto duas vezes.

Naquele mesmo dia, Félix encerra o romance de seis meses com Cecília, uma moça que mora no Rocio.

Ela chora; ele promete os meios de que ela precisar para viver, e ela recusa.

Na Rua do Ouvidor, Félix explica a teoria ao amigo Meneses, um jovem advogado:

os meus amores são todos semestrais; duram mais que as rosas, duram duas estações. Para o meu coração um ano é a eternidade.

Ressurreição, capítulo 2

Meneses, comovido com Cecília, escreve a Félix em defesa dela.

Félix lê a carta, sorri e a joga fora.

Lívia

No sarau do capítulo 3, Félix conversa com D. Matilde, a mulher do coronel, e valsa com a filha deles, Raquel, de dezessete anos, que o admira desde menina.

Raquel aponta Lívia como a rainha da noite.

Lívia tinha efetivamente um ar de rainha, uma natural majestade, que não era rigidez convencional e afetada, mas uma grandeza involuntária e sua.

Ressurreição, capítulo 3

Félix acha nela, a princípio, uma alma altiva.

Conversam longamente, e o resto da noite os dois quase não existem para mais ninguém.

No mesmo sarau aparecem o Dr. Luís Batista, homem casado que corteja a viúva, e Moreirinha, um rapaz frívolo que também se diz impressionado por ela.

Félix passa duas semanas na sua casa da Tijuca.

Quando volta, Cecília já está com Moreirinha, e Meneses pede desculpa pela carta.

Um mês depois do sarau, Félix encontra Lívia e o irmão num camarote do Ginásio; ela está preocupada e distraída, e, ao subir para o carro, ele tem a impressão de que ela lhe aperta a mão.

O narrador atribui o aperto a ilusão ou casualidade, e vê aí o primeiro erro de Félix no modo de julgá-la.

A declaração

Félix passa a frequentar a casa de Catumbi, onde Lívia mora com o irmão, disposto, diz o narrador, a uma aventura.

Quinze dias depois, Viana conta que a irmã já não vai à Europa.

Na mesma tarde, no capítulo 6, Félix declara o seu amor no terraço, e Lívia responde que o ama muito.

Nesse instante aparece correndo um menino de cinco anos: é Luís, filho de Lívia.

Félix sente inveja daquela cena, e um remorso.

Vê? disse ela; a pouco se reduz a minha felicidade: o senhor e aquela criança.

Ressurreição, capítulo 6

No caminho de casa, no capítulo 7, Félix conclui que a afeição da viúva é vaidade, capricho e desejo, e dorme tranquilo.

A queda do homem

O capítulo 8 muda a direção da história.

O desenlace desta situação desigual entre um homem frio e uma mulher apaixonada parece que devera ser a queda da mulher: foi a queda do homem.

Ressurreição, capítulo 8

Félix percebe que ama, irrita-se com isso e some por oito dias.

Lívia escreve duas cartas, e ele volta para pedir perdão.

Ela perdoa e diz que suportará tudo, contanto que ele a ame.

Começa então para ela uma vida de luta: o amor de Félix é feito de dúvidas, e qualquer gesto, olhar ou frase vira suspeita.

Luís Batista

No capítulo 9, Luís Batista percebe que, quanto mais Félix desconfiar, mais terreno perderá no coração da viúva, e decide ajudar a desconfiança.

Não adotou o método de Iago, que lhe parecia arriscado e pueril; em vez de insinuar-lhe a suspeita pelo ouvido, meteu-lha pelos olhos.

Ressurreição, capítulo 9

Alguns meses depois, Félix escreve a Lívia uma carta longa e violenta, acusando-a de perfídia.

O portador volta sem resposta.

À noite, Lívia vai à casa dele com o filho pela mão, o rosto coberto por um véu.

Diz que veio porque sabe que ele sofre, e se recusa a jurar inocência, porque um juramento a mais não serviria entre os dois.

Félix pede perdão; ela pergunta de quem ele desconfia, identifica pela descrição dele o Dr. Batista, e ele confirma.

Na manhã seguinte, Félix conclui que só o casamento lhe devolverá a confiança.

Quem é quem em Ressurreição. O Dr. Félix, médico perto dos trinta e seis anos, que vive de uma herança, encerra os amores a cada seis meses, apaixona-se por Lívia e não consegue confiar nela. Lívia, a viúva, irmã de Viana, que voltou de Minas, ama Félix sem reservas, perdoa tudo e, no fim, recusa o casamento. Luís, filho de Lívia, de cinco anos, que pergunta por que o médico não casa com a mãe. Viana, que vive de jantar nas casas alheias e quer ver a irmã casada com Félix. Raquel, filha do coronel, de dezessete anos, que ama Félix em silêncio e escreve o bilhete que pede por Lívia. Meneses, jovem advogado, que ama Lívia, é recusado e vai buscar Félix na Tijuca. Luís Batista, casado, que corteja Lívia, alimenta o ciúme de Félix e escreve a carta anônima. O Coronel Morais e D. Matilde, pais de Raquel, que dão o sarau do ano-bom. Cecília, com quem Félix rompe no dia de ano-bom, e Moreirinha, que sucede a Félix como amante dela e depois tenta fugir dela. Luís, o menino, e Luís Batista são pessoas diferentes.
Quem é quem em Ressurreição. Infográfico desenhado para este texto e gerado por inteligência artificial em 2026. Não é imagem de acervo nem de domínio público.

Raquel doente e a casa das Laranjeiras

No capítulo 10, Raquel fica gravemente doente, e o médico da família não tem esperança.

Félix vai visitá-la, o médico que a trata propõe uma conferência, e Félix muda o tratamento; e quinze dias depois ela entra em convalescença; os pais o chamam de salvador da filha.

Para respirar ares melhores, Raquel vai passar uma temporada com Lívia, que acabava de se mudar, por ideia de Viana, para uma casa nas Laranjeiras, pouco acima da de Félix.

É o começo de outubro, e os dois marcam o casamento para meados de janeiro, em segredo, a pedido de Félix.

No capítulo 11, Lívia conta o primeiro casamento: amava o marido, mas ele, homem honesto e frio, chamava o amor dela de pieguices poéticas.

Félix conta as desilusões que lhe tiraram a confiança nos outros.

O narrador acrescenta que a desconfiança dele vinha também da natureza: Félix era fraco e volúvel.

É certo que me ressuscitaste, continuou o médico; e se o futuro me guarda ainda alguns dias de felicidade sem mescla, a ti só os deverei, minha boa Lívia; tu só haverás feito o milagre.

Ressurreição, capítulo 11

Meneses e a experiência

Meneses passa a frequentar a casa de Viana e se apaixona por Lívia.

Félix percebe e, podendo afastá-lo com uma palavra, deixa que ele continue, para pôr à prova a constância de Lívia.

Assim pois, era ele o artífice do seu próprio infortúnio, com as suas mãos reunia os elementos do incêndio em que viria a arder, se não na realidade, ao menos na fantasia, porque o mal que não existisse depois, ele mesmo o tiraria do nada, para lhe dar vida e ação.

Ressurreição, capítulo 12

No capítulo 13, Meneses se declara.

Lívia recusa, sem desdém, e oferece amizade; depois o trata com mais afabilidade ainda, por piedade.

Raquel, que os surpreende juntos, imagina que a viúva gosta dele e o insinua a Félix.

Vem a crise de ciúme mais ríspida até então: cartas amargas de um lado e cruéis do outro, uma conversa em que Félix a fulmina, e um "Adeus!" com que ele sai.

A mulher na porta de Félix

Em casa, no capítulo 14, Félix encontra Moreirinha, que veio se esconder de Cecília: ele diz que ela o procura onde quer que ele se esconda, e está quase sem dinheiro.

Chega uma carta de Lívia, e Félix começa três respostas e não termina nenhuma.

À noite, Cecília de fato o encontra ali e vem buscá-lo.

Da janela, Lívia vê uma mulher descer de um carro, entrar na casa de Félix e sair com um homem, e sente nisso o desprezo dele.

A pergunta do menino

No capítulo 15, Viana faz anos e convida Félix para jantar.

Lívia o recebe dizendo que era ela quem devia perdoar; ele vê Raquel na sala, lembra a insinuação dela e responde apenas: "Sejamos sérios."

Depois do jantar, enquanto Raquel toca uma melodia triste ao piano, o pequeno Luís pergunta a Félix, no silêncio da sala: "Por que é que o senhor não se casa com mamãe?"

Raquel para de tocar.

A sós com Lívia, adivinha o amor dela, e Lívia percebe que Raquel também ama Félix; num ímpeto de cólera, aponta à moça a porta.

No capítulo 16, à noite, no jardim, Lívia pede perdão a Raquel, e as duas se abraçam.

Raquel conta que o admira desde pequena e que ele nunca soube.

Lívia diz que já não o ama, e pergunta o que Raquel faria se ela ainda o amasse.

Pediria a Deus que a fizesse feliz, e estou certa que Deus me ouviria.

Ressurreição, capítulo 16

O bilhete de Raquel

No capítulo 17, Raquel decide voltar para a casa dos pais.

É meado de dezembro.

Félix a surpreende beijando o retrato dele num álbum.

Na véspera da partida, ela lhe entrega um livro com um papel dobrado dentro:

Pela memória de sua mãe, não seja cruel! Lívia ama-o muito. Não a faça morrer, que seria um pecado!

Ressurreição, capítulo 17

Félix entende o bilhete como um sacrifício de Raquel, e o bilhete favorece a volta da confiança em Lívia e a reconciliação dos dois, ainda que ele diga a Raquel que não sabe se deve crer no que leu.

Raquel pede que ele destrua o papel e parte com os pais.

No capítulo 18, Félix o mostra a Lívia, que não conta o amor da moça.

Félix anuncia o casamento para a segunda semana de janeiro e, no dia seguinte, faz o pedido diante de Viana, que espalha a notícia pela Rua do Ouvidor.

Meneses leva a notícia a Raquel e adivinha o que ela sente.

A carta anônima

No capítulo 19, dois dias antes do casamento, Lívia janta na casa do coronel, e Raquel se despede dela com "Seja feliz!".

À noite, nas Laranjeiras, Félix conta a Luís que vai casar com a mãe dele, e Lívia jura que o amará sempre.

Na manhã seguinte, véspera do casamento, Luís Batista aparece na casa de Félix pela primeira vez.

No capítulo 20, conta uma aventura amorosa e pede uma gravura de Betsabé que Félix havia comprado, para dá-la à mulher que corteja.

Félix lhe dá a gravura.

Nesse momento chega pelo correio uma carta; Félix empalidece, pede para ficar só, passa horas trancado no quarto e, à tarde, escreve à viúva rompendo o casamento sem explicação.

Depois sai de casa.

No capítulo 21, Lívia desmaia ao ler, tem febre e delira.

Quando melhora, decide dizer a todos que foi ela quem desfez o casamento.

Raquel vem cuidar dela.

Dez dias depois, Meneses aparece; Raquel confirma o que ele suspeita e pede que ele reconcilie os dois.

Lívia recai, e Meneses vai à casa da Tijuca, onde Félix se escondeu.

No capítulo 22, depois de dar a palavra de honra, Meneses lê a carta que Félix recebeu: anônima, insinua que Lívia enganou o primeiro marido e que enganará o segundo, e termina com "Se ainda é tempo, recua!".

Meneses não acredita, e pergunta quem teria interesse em escrevê-la.

Félix lembra a visita de Luís Batista, a conversa fora de propósito e o sorriso com que ele saiu.

Entendamo-nos, leitor; eu, que te estou contando esta história, posso afirmar-te que a carta era efetivamente de Luís Batista.

Ressurreição, capítulo 22

O livro nunca confirma o que a carta insinua.

A recusa

No capítulo 23, Félix volta às Laranjeiras e se reconcilia com Viana; quando Lívia, ainda convalescente, aceita recebê-lo, ele confessa o arrependimento.

Ela perdoa, e recusa o casamento.

Creio no seu arrependimento, e não duvido do seu amor, apesar de tudo o que se há passado. Isto lhe deve bastar. O destino ou a natureza não nos fez um para o outro.

Ressurreição, capítulo 23

Ela diz que as dúvidas o acompanhariam onde quer que estivessem, e propõe: "amemo-nos de longe".

O menino entra, e a conversa termina com Lívia abraçada ao filho.

Dez anos depois

O capítulo 24 salta dez anos.

Raquel e Meneses estão casados e felizes.

O coronel e D. Matilde morreram, com poucos meses de diferença.

Lívia vive isolada, quase sem visitas, e cuida da educação de Luís, que tem quinze anos.

Félix esqueceu depressa; com o tempo, voltou a achar provável o que a carta dizia, e passou a duvidar até do isolamento da viúva.

Sobre a felicidade das afeições íntimas que Félix ainda deseja, o narrador conclui:

Não a há de alcançar nunca, porque o seu coração, se ressurgiu por alguns dias, esqueceu na sepultura o sentimento da confiança e a memória das ilusões.

Ressurreição, capítulo 24
A linha do tempo de Ressurreição, em nove marcos; o livro não diz o ano. Dia de ano-bom: Félix rompe com Cecília e conversa com Lívia no sarau do coronel (capítulos 1 a 3). Um mês depois, e nas semanas seguintes: o Ginásio, as visitas a Catumbi, a viagem à Europa desfeita e a declaração (capítulos 4 a 6). Alguns meses: o ciúme, a carta violenta e a visita de Lívia à casa de Félix (capítulos 8 e 9). Começo de outubro: Raquel convalescente, Lívia nas Laranjeiras e o casamento combinado em segredo para meados de janeiro (capítulo 10). As crises: Meneses, a mulher na porta de Félix e a pergunta do menino (capítulos 12 a 16). Meado de dezembro: o bilhete de Raquel e o casamento anunciado para a segunda semana de janeiro (capítulos 17 e 18). Véspera do casamento: a visita de Luís Batista, a carta anônima e o rompimento (capítulos 19 a 21). Dez dias depois, e adiante: Meneses na Tijuca, a volta de Félix e a recusa de Lívia (capítulos 21 a 23). Dez anos depois: Raquel e Meneses casados, Lívia isolada com o filho, Félix infeliz (capítulo 24).
A linha do tempo, do dia de ano-bom aos dez anos depois. Infográfico desenhado para este texto e gerado por inteligência artificial em 2026. Não é imagem de acervo nem de domínio público.
As dúvidas de Félix, em sete passos. A fuga: ao perceber que ama, Félix some por oito dias (capítulo 8). A suspeita semeada: Luís Batista alimenta o ciúme, Félix acusa Lívia por carta, e ela vai à casa dele (capítulo 9). A experiência: Félix deixa Meneses amar Lívia para pô-la à prova, e uma insinuação de Raquel basta para a crise (capítulos 12 e 13). A confiança de volta: o bilhete de Raquel favorece a reconciliação, e Félix torna público o casamento (capítulos 17 e 18). A carta anônima: na véspera, Félix rompe sem explicação (capítulos 20 a 22). A recusa: Lívia perdoa e não casa (capítulo 23). Dez anos depois: Félix volta a achar provável o que a carta dizia (capítulo 24).
As dúvidas de Félix, do capítulo 8 ao 24. Infográfico desenhado para este texto e gerado por inteligência artificial em 2026. Não é imagem de acervo nem de domínio público.

O título e as advertências

O livro tem duas advertências do autor.

Na primeira, de 1872, ele diz que quis pôr em ação uns versos de Shakespeare, que começam por "Our doubts are traitors", e que não quis fazer romance de costumes, e sim "o esboço de uma situação e o contraste de dois caracteres".

Na segunda, de 1905, chama o livro de "o meu primeiro romance" e diz que, na nova edição, só trocou dois ou três vocábulos e corrigiu a ortografia.

A ressurreição do título é a de Félix: Lívia o faz reviver no capítulo 11, e o último capítulo retoma essa ressurreição como incompleta: o amor reviveu por algum tempo, mas a confiança ficou na sepultura.

A última página traz, em português e atribuída a um poeta, a mesma ideia daqueles versos: "perdem o bem pelo receio de o buscar".

Uma nota sobre as pessoas escravizadas, Cecília e o olhar do narrador

O livro mostra pessoas escravizadas trabalhando nas casas de Lívia e de Félix e cuidando do menino; no capítulo 22, o narrador descreve o rapaz que abre a porta da Tijuca como acostumado à obediência.

O resumo não repete os nomes com que o livro as chama.

O narrador julga Cecília e as mulheres do círculo de Moreirinha pela moral do tempo; o resumo conta o que Cecília faz, sem repetir esses julgamentos.

Também não repete as passagens em que o olhar de Félix e de Luís Batista descreve o corpo das mulheres.

A transcrição

A ficha da Wikisource diz que o texto foi obtido da Obra completa de Machado de Assis publicada pela Editora Nova Aguilar em 1994, por meio de um site da Universidade Federal de Santa Catarina.

A grafia é a de antes da reforma de 1990, com trema ("tranqüilamente").

Há palavras coladas e erros de digitação, e a carta de rompimento de Félix, no capítulo 21, aparece cercada por uma marca de formatação que ficou crua na transcrição.

Machado de Assis tem outros livros na série: A Mão e a Luva, Helena, Iaiá Garcia, Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas.

Leia o romance inteiro, na Wikisource em português, que diz ter obtido o texto da Obra completa da Editora Nova Aguilar (1994). É dessa mesma transcrição que saem os trechos citados aqui, com a grafia dela. Ressurreição não está no acervo da Net Love. A obra está em domínio público no Brasil.

Este texto é da série Resumos de Livros. Outros da série são A Mão e a Luva, Helena, Iaiá Garcia, Dom Casmurro e Memórias Póstumas de Brás Cubas.


Este resumo é uma leitura de 2026, escrita para o acervo Net Love, e não substitui o livro. A obra é de Machado de Assis. Os trechos citados vêm da transcrição da Wikisource em português: os trechos em bloco saíram dos capítulos 2, 3, 6, 8, 9, 11, 12, 16, 17, 22, 23 e 24, e as citações curtas entre aspas vêm também dos capítulos 1, 15 e 19, da Advertência da primeira edição e da Advertência da nova edição, todas conferidas no texto. As citações em bloco não trazem travessão de diálogo.