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Esaú e Jacó, de Machado de Assis: o resumo do romance dos gêmeos Pedro e Paulo novo

Resumo escrito para o acervo Net Love em 30 de setembro de 2026. A apresentação, os comentários e a organização em blocos são nossos, de 2026, e não são de Machado de Assis. A obra é dele, saiu em 1904, e está em domínio público no Brasil desde 1º de janeiro de 1979, setenta anos contados do primeiro dia do ano seguinte à morte do autor, em 1908, como manda o artigo 41 da Lei 9.610 de 1998. O texto que lemos e citamos é a transcrição da Wikisource em português, uma página para a advertência e uma para cada um dos cento e vinte e um capítulos. A Wikisource dá como edição de referência a de H. Garnier, Rio de Janeiro, 1904. A grafia da transcrição não é toda a de 1904, e nós não mexemos nela. Na casa dos Santos há pessoas escravizadas; a escravidão foi crime e violência contra pessoas, amparada pelas leis da época. As figuras deste texto foram geradas por inteligência artificial em 2026.

O sétimo caderno

O livro abre com uma advertência sem assinatura.

Quem escreve conta o que se achou na mesa do Conselheiro Aires depois da morte dele:

Quando o Conselheiro Aires faleceu, acharam-se-lhe na secretária sete cadernos manuscritos, rijamente encapados em papelão.

Esaú e Jacó, advertência

Os seis primeiros eram o Memorial, o diário que ele escreveu durante muitos anos.

O sétimo tinha o título "Último" e não era diário: era uma narrativa, em que o próprio Aires aparece com o nome dele.

É essa narrativa que se publica, com o título de Esaú e Jacó, dois nomes que, segundo a advertência, o próprio Aires citou uma vez.

A cabocla do Castelo

Em 1871, duas irmãs sobem o Morro do Castelo, no centro do Rio de Janeiro, pela primeira vez.

São Natividade, mulher do banqueiro Santos, e Perpétua, a irmã dela, viúva.

Deixam o carro lá embaixo e sobem escondidas para consultar uma adivinha de quem a cidade inteira fala, a cabocla do Castelo.

Natividade leva os retratos e uns cabelos dos filhos, gêmeos de pouco mais de um ano, e dá só o nome de batismo, Maria.

O pai da adivinha chama a filha para a sala:

Bárbara entrou, enquanto o pai pegou da viola e passou ao patamar de pedra, à porta da esquerda. Era uma criaturinha leve e breve, saia bordada, chinelinha no pé.

Esaú e Jacó, capítulo 1

Bárbara olha os retratos e os cabelos e pergunta se os meninos brigaram no ventre da mãe.

Natividade lembra que a gravidez não foi sossegada.

A cabocla não explica a briga.

Diz só "Coisas futuras!" e, quando Natividade insiste, que os filhos serão grandes e gloriosos.

Natividade paga cinco vezes o preço do costume.

Na descida, feliz, dá uma nota de dois mil-réis a um irmão das almas que pede esmola para a missa dos mortos:

Natividade estava tão fora de si que, ao ouvir-lhe pedir: "Para a missa das almas!" tirou da bolsa uma nota de dois mil-réis, nova em folha, e deitou-a à bacia.

Esaú e Jacó, capítulo 2

Num corredor, o homem guarda a nota no bolso em vez de deixá-la na bacia.

Ele vai voltar ao livro muitos anos depois, rico e com nome: Nóbrega.

Os gêmeos

O narrador volta no tempo para contar a família.

Santos nasceu pobre, em Maricá, veio para o Rio no tempo da febre das ações, em 1855, e ganhou dinheiro depressa.

Casou em 1859 com Natividade, que era bonita e não tinha dinheiro.

Os filhos nascem em 1870:

No dia sete de abril de 1870 veio à luz um par de varões tão iguais, que antes pareciam a sombra um do outro, se não era simplesmente a impressão do olho, que via dobrado.

Esaú e Jacó, capítulo 8

Quem acha os nomes é a tia Perpétua, rezando o Credo na missa: Pedro e Paulo, os dois apóstolos.

Santos, que é espírita, consulta o velho Plácido sobre a briga no ventre.

Ainda na infância dos gêmeos, no dia em que Natividade faz quarenta e um anos, Natividade lê no jornal que o imperador deu a Santos o título de barão.

Natividade vira a baronesa de Santos, e a notícia corre a casa.

Os meninos crescem parecidos no rosto e opostos em quase tudo.

Por volta de 1886, já rapazes, numa loja da Rua da Carioca, Pedro compra um retrato de Luís XVI, o rei da França, e Paulo compra um de Robespierre, o revolucionário francês.

Cada um prega o seu à cabeceira da cama, e os dois brigam por causa das gravuras.

Pedro fica do lado da monarquia; Paulo, da república.

Mais tarde, Paulo estuda Direito em São Paulo, e Pedro, Medicina no Rio de Janeiro.

O Conselheiro Aires

Aires entra na história em casa do velho Plácido, quando ainda é diplomata na ativa, de licença no Rio, e frequenta a casa dos Santos.

Ele é viúvo, e o narrador diz que não foi propriamente casado.

O narrador o descreve assim:

Tinha o coração disposto a aceitar tudo, não por inclinação à harmonia, senão por tédio à controvérsia.

Esaú e Jacó, capítulo 12

Anos antes, ele tinha gostado de Natividade, que não o aceitou.

Aires escreve num caderno, o Memorial, o que vê e ouve.

Depois ele se aposenta e volta para viver no Rio, na casa dele no Catete.

A irmã, a "mana Rita", viúva, mora em Andaraí e queria levá-lo para lá; ele prefere ficar sozinho e jantar com ela às quintas-feiras.

Em frente à casa dele fica a confeitaria de um velho vizinho, o Custódio, que Rita lembra pelo nome: a "Confeitaria do Império".

Flora

Batista, que já foi presidente de província, e D. Cláudia, a mulher dele, têm uma filha única, Flora, nascida em agosto de 1871.

Flora é retraída, gosta de piano e passa horas sozinha com ele.

Quando ela tem uns quinze anos, Aires diz à mãe que a moça vai ser "uma inexplicável":

Aires, que a conheceu por esse tempo, em casa de Natividade, acreditava que a moça viria a ser uma inexplicável.

Esaú e Jacó, capítulo 31

Os gêmeos se apaixonam por Flora.

Ela ri com os dois, troca de propósito os nomes, chama Pedro de "Dr. Paulo" e Paulo de "Dr. Pedro", e não escolhe nenhum.

Em 1888 vem a abolição.

É uma das poucas vezes em que os irmãos concordam, mas por razões diferentes:

A diferença única entre eles dizia respeito à significação da reforma, que para Pedro era um ato de justiça, e para Paulo era o início da revolução.

Esaú e Jacó, capítulo 37

Num discurso em São Paulo, Paulo diz que, emancipado o preto, resta emancipar o branco.

Natividade se assusta com a frase.

O narrador comenta que ela não era do filho, e que já tinha virado de todo mundo.

Em novembro de 1889, no baile da Ilha Fiscal, Flora diz a Aires que inveja a princesa, não pelo brilho, mas pela liberdade de ficar só.

Aires responde com uma frase que depois anota no Memorial: "Toda alma livre é imperatriz".

Quem é quem em Esaú e Jacó. Pedro e Paulo, os gêmeos, nascidos em 7 de abril de 1870; Pedro fica do lado da monarquia e estuda Medicina, Paulo, da república, e estuda Direito em São Paulo. Natividade, a mãe, que sobe ao Morro do Castelo para ouvir a cabocla e vira baronesa de Santos. Santos, o pai, nascido em Maricá, diretor de banco, espírita e barão de Santos. Perpétua, a tia, irmã de Natividade, viúva, que acha os nomes dos meninos rezando o Credo. Flora, filha de Batista e de D. Cláudia, nascida em agosto de 1871, que gosta de piano e não escolhe entre os dois. O Conselheiro Aires, viúvo, aposentado, que mora no Catete e escreve o Memorial; a irmã, D. Rita, mora em Andaraí. Bárbara, a cabocla do Castelo, que diz que os filhos brigaram no ventre e que serão grandes. Nóbrega, o irmão das almas que guarda a nota de dois mil-réis, enriquece e, anos depois, pede Flora em casamento. Custódio, vizinho de Aires, dono da Confeitaria do Império, no Catete. Na casa dos Santos há pessoas escravizadas, que o livro quase não mostra.
Quem é quem em Esaú e Jacó. Infográfico desenhado para este texto e gerado por inteligência artificial em 2026. Não é imagem de acervo nem de domínio público.

A tabuleta do Custódio

A tabuleta da confeitaria é tão velha que o Custódio resolve trocá-la.

O pintor diz que a madeira não aguenta tinta nova, e ele manda fazer outra, com o mesmo nome.

Ao mesmo tempo, Batista está para ser nomeado presidente de uma província no Norte, e Flora não quer ir.

Na noite de 14 de novembro de 1889 há recepção em casa dos Santos, e Aires escreve no Memorial que a presidência vai tirar Flora daquela dúvida entre os dois.

Na manhã seguinte, a notícia chega aos poucos, primeiro como boato.

Custódio, que já tinha mandado pintar a tabuleta nova, escreve às pressas ao pintor:

O bilhete dizia só isto: "Pare no D." Com efeito, não era preciso pintar o resto, que seria perdido, nem perder o princípio, que podia valer.

Esaú e Jacó, capítulo 62

O bilhete chega tarde.

A tabuleta já está pronta, com "Confeitaria do Império" escrito inteiro.

Custódio corre à casa de Aires e pede socorro.

Aires sugere "Confeitaria da República", e Custódio tem medo de que haja outra reviravolta dali a um ou dois meses.

Aires sugere "Confeitaria do Governo", e Custódio lembra que todo governo tem oposição.

Aires sugere acrescentar a data da fundação, depois as palavras "das leis" embaixo de "Império", depois o nome da rua, "Confeitaria do Catete".

Por fim, diz que o melhor seria pagar a despesa e não pôr nada, ou então usar o nome do próprio dono, "Confeitaria do Custódio", que não tem cor política nenhuma.

Custódio diz que vai pensar e esperar uns dias.

O livro não conta qual nome ele escolheu.

Aires mesmo só acredita na queda do Império à tarde:

Só às duas horas da tarde, quando Santos lhe entrou em casa, acreditou na queda do império.

Esaú e Jacó, capítulo 64

Santos tem medo de desordem e de bancos fechados.

Aires o acalma com uma comparação:

Nada se mudaria; o regime, sim, era possível, mas também se muda de roupa sem trocar de pele.

Esaú e Jacó, capítulo 64

Ao jantar, em casa, Paulo conta com alegria o que soube pelos companheiros de ideias, e no fim bebe à República, calado, levantando o copo.

Pedro fica em silêncio, porque a mãe pediu.

A tabuleta do Custódio, nos capítulos 49, 62 e 63. Antes: a tabuleta velha, Confeitaria do Império, está rachada, e Custódio manda pintar outra com o mesmo nome. 15 de novembro: com as notícias, ele manda ao pintor o bilhete Pare no D., que chega tarde, com o nome já pintado inteiro. As ideias de Aires: Confeitaria da República, Confeitaria do Governo, a data da fundação embaixo do nome, as palavras das leis embaixo de Império, Confeitaria do Catete e, por fim, não pôr nada ou usar Confeitaria do Custódio, o nome do dono. Custódio diz que vai pensar, e o livro não conta qual nome ele escolheu.
A tabuleta do Custódio, de 15 de novembro de 1889. Infográfico desenhado para este texto e gerado por inteligência artificial em 2026. Não é imagem de acervo nem de domínio público.

A comissão de Batista e o ex-irmão das almas

Com a República, Batista recebe uma comissão política reservada, e a família passa alguns meses de 1891 fora do Rio.

Flora chama o trabalho do pai de "comissão do inferno".

Quando o Marechal Deodoro dissolve o congresso, em 3 de novembro, e passa o governo ao Marechal Floriano vinte dias depois, a comissão acaba, e a família volta.

Os gêmeos vão juntos, no mesmo barco, receber Flora no navio.

É o tempo do encilhamento, a febre de empresas e ações do começo da República.

O narrador conta que o antigo irmão das almas, o da nota de dois mil-réis, ficou muito rico, e agora se chama Nóbrega.

Flora passa a ver os dois irmãos como um só.

Em visões, de olhos abertos, as duas figuras se juntam numa pessoa e depois se separam de novo.

O narrador lembra, para ela, um verso do Fausto, de Goethe: "Ai, duas almas no meu seio moram!"

O acordo dos irmãos

Aires diz aos gêmeos, numa volta do teatro, que os dois gostam de Flora e que ela ainda não escolheu.

Sugere que eles combinem alguma coisa.

No quarto, de cama a cama, eles fazem um acordo: esperar três meses pela escolha dela; se ela não escolher, tirar a sorte, e quem perder sai do caminho.

Flora fica nervosa, com tonturas e esquecimentos.

Aires consegue que ela vá passar uns tempos em Andaraí, na casa da irmã dele, D. Rita, longe dos dois.

Lá, Nóbrega a vê e decide que quer casar com ela.

Manda o secretário escrever uma carta a D. Rita, que acha o partido excelente.

Flora ri da carta e, depois, manda dizer: "Diga que não pretendo casar."

A morte de Flora

Pouco depois, Flora adoece de febre na casa de D. Rita.

Os pais vêm, e Natividade desce de Petrópolis para visitá-la e, a pedido de Flora, fica alguns dias.

Os gêmeos vão lá saber notícias.

Uma noite, Aires traz notícias incertas de agitação na cidade: uns falam de manifestações ao Marechal Deodoro, outros de conspiração contra o Marechal Floriano.

No dia seguinte, os jornais trazem nomes de pessoas presas.

No último dia, Natividade conta que os filhos queriam entrar os dois no quarto.

Flora pergunta "Ambos quais?", e não fala mais.

Ela morre com a janela aberta:

Flora acabou como uma dessas tardes rápidas, não tanto que não façam ir doendo as saudades do dia; acabou tão serenamente que a expressão do rosto, quando lhe fecharam os olhos, era menos de defunta que de escultura.

Esaú e Jacó, capítulo 106

O enterro passa pelas ruas em estado de sítio.

Carregam o caixão Batista, Santos, Aires, Pedro, Paulo e Nóbrega.

No fim, os gêmeos ficam sozinhos junto da sepultura:

Como estivessem defronte um do outro, acudiu-lhes a idéia de um aperto de mão por cima da cova. Era uma promessa, um juramento.

Esaú e Jacó, capítulo 109

Os dois juram a paz para sempre e se abraçam.

Os mesmos, desde o útero

A paz não dura.

Pedro abre consultório de médico, Paulo banca de advogado, e em pouco tempo eles mal conseguem se ver.

Depois acontece uma troca: Paulo passa a fazer oposição ao governo, e Pedro vai aceitando a República.

Aires explica a Natividade que o espírito de inquietação está em Paulo e o de conservação em Pedro, e que a forma de governo pouco importa aos dois.

Aires passa quase um ano na Europa.

Quando volta, os gêmeos foram eleitos deputados, por partidos contrários.

Na Câmara, Aires pergunta a Natividade se os filhos enfim se amam, e ela responde: "Amam-se em mim".

Ao sair, ela vê de longe o Morro do Castelo, lembra a cabocla e ouve de novo, na memória, as palavras dela.

Natividade adoece, e o narrador conta:

Não, senhor, ela morreu sem falta, poucas semanas depois daquela sessão da Câmara. Morreu de tifo.

Esaú e Jacó, capítulo 120

Antes de morrer, ela chama os dois, junta as mãos deles nas dela e pede que jurem que serão amigos.

Eles juram.

Depois da missa de sétimo dia, os irmãos andam tão juntos na Câmara que um deputado os chama de Castor e Pólux.

Votam juntos algumas vezes, e os partidos reclamam.

Na sessão do ano seguinte, os colegas percebem que eles já não vivem bem, e logo que se detestam.

Um deputado conta isso a Aires e pergunta o que os mudou; ele responde que eles não mudaram, que são os mesmos.

O deputado arrisca que talvez tenha sido a herança da mãe.

O livro termina assim:

Aires sabia que não era a herança, mas não quis repetir que eles eram os mesmos, desde o útero. Preferiu aceitar a hipótese, para evitar debate, e saiu apalpando a botoeira, onde viçava a mesma flor eterna.

Esaú e Jacó, capítulo 121
A linha do tempo, com os capítulos. 7 de abril de 1870: nascem os gêmeos, capítulo 8. 1871: a cabocla do Castelo e a nota de dois mil-réis, capítulos 1 a 3. Infância e adolescência, o título de barão e os retratos de Luís XVI e de Robespierre, capítulos 18 a 26. Flora, o Conselheiro e a abolição de 1888, capítulos 29 a 48. 14 e 15 de novembro de 1889: a República e a tabuleta, capítulos 59 a 65. Do primeiro baile da República à comissão de Batista em 1891, o encilhamento e Nóbrega, capítulos 70 a 76. O acordo dos irmãos e Flora em Andaraí, capítulos 88 a 104. A morte de Flora, o enterro em estado de sítio e o juramento, capítulos 105 a 109. Os gêmeos deputados, a morte de Natividade e o fim, capítulos 116 a 121.
Do nascimento dos gêmeos, em 1870, à Câmara dos Deputados. Infográfico desenhado para este texto e gerado por inteligência artificial em 2026. Não é imagem de acervo nem de domínio público.

Uma nota sobre 1904

O romance põe a abolição e a queda do Império no fundo da história de uma família rica de Botafogo.

Na casa dos Santos há pessoas escravizadas, e o livro quase não as mostra: aparecem numa cena, quando comemoram o título de baronesa da dona da casa, e numa conversa em que uma ama, falando da cabocla, diz conhecer pessoas que tinham perdido e achado jóias e escravos.

A abolição aparece pela opinião dos gêmeos e pelo discurso de Paulo, e o livro não mostra as pessoas libertas.

O resumo registra isso como está no texto.

O que o narrador pensa da política e da religião é dele, e o resumo apresenta como dele.

A transcrição

A Wikisource declara a edição de onde tirou o texto: Rio de Janeiro, H. Garnier, Livreiro-Editor, 1904.

A transcrição usa quase sempre a grafia de antes de 1990, com "idéia" e "tranqüila".

Alguns trechos, como um do capítulo 12, estão numa grafia mais antiga, com "Ayres" e "elle", e há erros de digitação, como "Nativividade".

Nós não mexemos em nada.

Leia o romance inteiro, na transcrição publicada pela Wikisource em português, com a advertência e cada um dos 121 capítulos em páginas separadas. A Wikisource dá como edição de referência a de H. Garnier, de 1904. É dessa mesma transcrição que saem os trechos citados aqui, com a grafia dela. Esaú e Jacó não está no acervo da Net Love. A obra está em domínio público no Brasil desde 1979.

Este texto é da série Resumos de Livros. Outros da série são Memorial de Aires, Dom Casmurro, Quincas Borba, Memórias Póstumas de Brás Cubas e O Alienista.


Este resumo é uma leitura de 2026, escrita para o acervo Net Love, e não substitui o livro. A obra é de Machado de Assis. Os trechos citados vêm da transcrição da Wikisource em português, que dá como edição de referência a de 1904, e saíram da advertência e dos capítulos 1, 2, 8, 12, 31, 37, 62, 64, 106, 109, 120 e 121. A grafia da fonte não foi atualizada. As citações não trazem travessão de diálogo. A nota sobre 1904 foi escrita aqui e não cita nenhum crítico.