Canção de Outono
Verlaine, tradução de Guilherme de Almeida
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- 18 versos
Estes lamentos
Dos violões lentos
Do outono
Enchem minha alma
De uma onda calma
De sono.
E soluçando,
Pálido, quando
Soa a hora,
Recordo todos
Os dias doudos
De outrora.
E vou à toa
No ar mau que voa,
Que importa?
Vou pela vida,
Folha caída
E morta.
Autor: Verlaine
Tradução: Guilherme de Almeida








