A Esperança
- Tamanho
- 14 versos
A Esperança não murcha, ela não cansa,
Também como ela não sucumbe a Crença.
Vão-se sonhos nas asas da Descrença,
Voltam sonhos nas asas da Esperança.
Muita gente infeliz assim não pensa;
No entanto o mundo é uma ilusão completa,
E não é a Esperança por sentença
Este laço que ao mundo nos manieta?
Mocidade, portanto, ergue o teu grito,
Sirva-te a Crença do fanal bendito,
Salve-te a glória no futuro - avança!
E eu, que vivo atrelado ao desalento,
Também espero o fim do meu tormento,
Na voz da Morte a me bradar: descansa!

Continue em Mestres da poesia
- A Esmola de DulceAugusto dos Anjos · 14 versos
- Abrigo celesteCruz e Sousa · 14 versos
- MagnificatÁlvaro de Campos · 19 versos
Outras leituras com esta assinatura no acervo
- A Aeronave
- A Árvore da Serra
- A Dança da Psiquê
- A Idéia
- A Louca
- A Nau
- Ceticismo
- Contrastes
- O Morcego
- Psicologia de um Vencido
- Vandalismo
- Versos Íntimos







