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Frases de foto sozinha, do timer da câmera de filme ao celular apoiado na pedra

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467 palavras

Quem aprecia a própria companhia já acionou o timer da câmera de filme, posou com câmera VGA no espelho e, hoje, apoia o celular na pedra. Estas vinte frases são ditas por quem se fotografa a quem lê a legenda.

Apoiei a câmera de filme na estante da sala, acionei o timer mecânico e corri para sorrir diante da lente.

Sacudi a foto instantânea no ar, esperei o rosto surgir no papel e achei graça do meu cabelo bagunçado.

Enquadrei meu rosto no espelho da cabine fotográfica do shopping, fechei a cortina e posei com a língua de fora.

Abri o envelope da revelação ainda na calçada da loja e ri alto ao ver que o meu retrato ficou bom.

Ouvi o modem discado conectar de madrugada e coloquei minha primeira foto no perfil, olhando a barra de upload encher.

Ouvi o uh-oh do ICQ, deixei a mensagem esperando e terminei de ajeitar a foto do perfil sem pressa.

Ajeitei a webcam em cima do monitor de tubo, puxei a cadeira e fiquei rindo da minha cara pixelada na tela.

Pus a câmera digital no parapeito da sacada, ativei o timer de dez segundos e voltei à cadeira, sorrindo com o sol no rosto.

Escrevi a data com caneta no CD gravável cheio de retratos meus e guardei na estante, ao lado dos discos de música.

Escolhi uma foto minha para o fotolog, fechei o navegador sem esperar comentário e fui tomar sol no quintal.

Mudei meu status do MSN para invisível, troquei a imagem de exibição pelo meu retrato e fiquei ouvindo música o resto da tarde.

Levantei o celular de tampa diante do espelho do armário, fiz careta e apertei o botão da câmera VGA, rindo do resultado.

Passei minha foto do cartão de memória para o computador e deixei como papel de parede, olhando a área de trabalho com um sorriso.

Coloquei minha foto no álbum do Orkut, deixei a página aberta e fui passar um café, assobiando na cozinha.

Apliquei o filtro sépia na tela sensível ao toque e sorri para meu retrato, de pé na varanda com a brisa batendo no rosto.

Ergui o braço esticado para a selfie no meio da praça e sorri quando a luz do sol bateu na lente.

Silenciei o grupo de WhatsApp por oito horas e parei diante da vidraça da cafeteria para registrar meu reflexo, de xícara na mão.

Ativei o modo retrato para desfocar o jardim ao fundo e fiquei olhando minha foto na tela, sorrindo de lado.

Diminuí o brilho do anel de luz, ajeitei o rosto para o clique e mantive a foto do bocejo, porque achei graça de mim.

Descalcei os pés na margem do riacho, sorri para a correnteza e deixei o celular apoiado na pedra com o timer correndo.