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Zeus, o senhor do raio novo

O raio e a águia de Zeus

Zeus é o mais novo dos filhos de Cronos e o único que escapou de ser engolido pelo pai: Reia entregou ao marido uma pedra embrulhada em panos e escondeu o menino numa gruta de Creta, onde uma cabra o amamentou e guerreiros batiam nos escudos para o choro não subir até o céu.

Crescido, obrigou o pai a devolver os irmãos e travou contra os titãs uma guerra de dez anos. Venceu com os raios que os ciclopes forjaram para ele, e foi assim que o mundo ficou repartido: o céu para Zeus, o mar para Poseidon, o subterrâneo para Hades. A terra ficou de todos, que é o mesmo que dizer de ninguém.

Não é um deus bom no sentido que damos hoje à palavra. É o deus da ordem, do juramento e da hospitalidade, e ao mesmo tempo o marido que Hera persegue de ciúme com razão. Os gregos não pediam que os deuses fossem exemplares: pediam que fossem poderosos e que cumprissem a palavra.

Dele ficou o adjetivo que usamos sem pensar: uma ira olímpica é a que vem de cima e não se discute. E ficou a águia, que era o pássaro que lhe levava e trazia recados, e que até hoje é o que se põe em brasão de quem quer parecer soberano.

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Hugo, o mascote da Net Love, de braços abertos e olhos de coraçãoHugo segurando um coração nas mãosHugo acenando com uma das mãosHugo lendo um livro abertoHugo fazendo sinal de positivo com o polegar Obrigado por ler até aqui. Volte quando quiser: fica tudo guardado. Escolher outra leitura