Alma Solitária
- Tamanho
- 14 versos
Ó alma doce e triste e palpitante!
Que cítaras soluçam solitárias
Pelas Regiões longínquas, visionárias
Do teu Sonho secreto e fascinante!
Quantas zonas de luz purificante,
Quantos silêncios, quantas sombras várias
De esferas imortais imaginárias
Falam contigo, ó Alma cativante!
Que chama acende os teus faróis noturnos
E veste os teus mistérios taciturnos
Dos esplendores do arco de aliança?
Por que és assim, melancolicamente,
Como um arcanjo infante, adolescente,
Esquecido nos vales da Esperança?!

Continue em Mestres da poesia
- ExplicaçãoCecília Meireles · 12 versos
- Grandeza ocultaCruz e Sousa · 14 versos
- Acrobata da DorCruz e Sousa · 14 versos
Outras leituras com esta assinatura no acervo
- Alma ferida
- Alma mater
- Caminho da Glória
- Cogitação
- Consolo amargo
- Coração confiante
- Cruzada Nova
- Eternidade retrospectiva
- Eternos atalaias
- Evocação
- Flor nirvanizada
- Imortal atitude







