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A violência que vemos em noticiários de outras cidades e metrópoles preocupa nossa sociedade. E parece que aterroriza as cidades menores. Durante as últimas semanas estamos vendo uma série de acontecimentos envolvendo fatos violentos com crianças até os idosos. O que será que falta na vida destas pessoas? Uma melhoria de qualidade de vida ou uma crença maior em Deus?
O processo de humanização que adquirimos quando começamos a crescer, ganhando princípios e valores, condiz com o nosso futuro. O que somos, que fazemos e os objetivos que alcançamos é o reflexo de toda uma vida trabalhada em bases e alicerces para uma melhor expectativa humanística.
A violência é causada pela aproximação dos grandes centros e também por um maior acúmulo de pessoas existentes nas cidades nos últimos anos. O êxodo urbano das capitais é conseqüência da violência. O cidadão de bem não agüenta mais tanta injustiça social e escolhe então um local mais sossegado para moradia. A vinda das pessoas para as cidades menores, que estão em um grande desenvolvimento, é inevitável. Mas o que elas não sabem é que estas cidades ainda não comportam um número excessivo de pessoas. Aí acontece o que vemos em todos os lugares: pessoas vivendo em condições sub-humanas, morando nas ruas e sem encontrar emprego, e envolvem-se então com drogas e prostituição. A culpa é de quem? Da sociedade que não se preocupa com as crianças e seu futuro? Ou dos próprios pais que não educam corretamente seus filhos?
A preocupação com a educação em nosso país deve ser demonstrada através de trabalho e não por propaganda e marketing. Temos que agregar nossos valores e saber canalizar isso para nossas crianças. A iniciativa de um trabalho intensivo é primordial para a educação e suas funcionalidades. Não se faz um cidadão direito apenas com meias palavras. Deve haver estudo e participação familiar. Trabalhando com a criança desde pequena evita-se que a violência seja seu fator relevante de vida. Educação é o princípio de tudo, e o temor em Deus é o sustentáculo e continuação do princípio que aprendemos desde o berço e só termina com a morte.
Luiz Augusto Alves
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