Quando Urano foi castrado pelo seu filho Cronus, o seu sangue caiu no meio do mar e fertilizou suas espumas. Essa espuma fertilizada foi parar no interior de uma imensa concha madrepérola que, levada pelas ondas, foi conduzida à ilha de Chipre e deu luz à Afrodite.
Logo ao nascer, Afrodite foi recebida por Zêfiro, um dos oito ventos olímpicos, que a levou às Horas, filhas de Zeus, que criaram Afrodite.
Afrodite, mesmo casada com Hefesto, mantinha relacionamento com outros Deuses do Olimpo, entre seus amantes estava o Deus da Guerra, Ares. Sempre que se encontravam, Ares deixava de sentinela Alectrion.
Certa Vez, quando Alectrion adormeceu, Apolo pegou os dois amantes em pleno relacionamento e foi rapidamente contar a Hefesto, que prendeu os dois numa rede invisível e chamou os outros Deuses para que vissem a cena.
Afrodite teve um filho de Ares chamado Eros, o Deus do amor. Vítima da ira dos Deuses, Eros foi condenado a ser eternamente uma criança até que tivesse um irmão. Para quebrar o encantamento, Afrodite teve um outro filho com Ares que recebeu o nome de Anteros (Anti-Eros) por personificar a repulsa, o ciúme e o ódio, o oposto de seu irmão.
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