Na Grécia Antiga, os locais acreditavam que o universo era composto por vários "mundos", muitos deles impossíveis de se imaginar. Na maioria dos casos eles usavam figuras humanas representando esses lugares, como por exemplo Géia, que era a personificação da Terra.
Caos - Espaço vazio, quase voragem imensa e tenebrosa ou, conceito posterior, desordenada mistura de todas as coisas, da qual nasceu em primeiro lugar, não se sabendo como, Géia, a Terra; desta logo se separou o Tártaro; depois apareceu Eros, o amor que une, ou seja, o princípio da força atrativa que leva os elementos a se combinarem. O Caos gerou ainda o Érebo, as primeiras Trevas e a Noite.
Erebo - O reino dos mortos, lugar tenebroso no interior da Terra, fechado por grandes rios, como o Estige, o Aquernonte, o Cocito, o Flegéton e o Letes. Personificado, era filho do Caos e irmão da Noite.
Noite - Filha do Caos e irmã do Érebo, a mais antiga das divindades, personificação das trevas noturnas.
Tartaro - Originariamente, a prisão dos Titãs; depois, indicou um lugar determinado do Érebo, onde se achavam os tormentos das almas dos maus; finalmente, foi o nome genérico do Érebo.
Acropole - Nome dado na Grécia às partes de uma cidade construídas sobre elevações naturais. Por antonomásia, é assim chamada a acrópole de atenas, à qual se chegava pelos magníficos Propileus e por uma rica escadaria de mármore, que subia até a cidadela, repleta de santuários e estátua de Atena, de Fédias, tão alta que a ponta da lança e o capacete eram vistos desde o promontório Súnio. Uma de suas duas alas, a do norte dos Propileus, servia como Pinacoteca e continha, entre outros, os célebres quadros de Polignoto, com temas extraídos da Ilíada e de Odisséia
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