Quer conhecer o seu melhor amigo na Internet?



<Seja Bem-Vindo >


Faça parte da nossa lista de discussão

 Página Principal
 Novidades
 Fórum
 Cyber Diet
 Papéis de Parede
 Colunistas
 Fale Conosco
 Super Famosos
...

 Mural de Recados
 Espaço do Visitante
 Doutor L'amour
 Caverna Mágica
 Minha Personalidade
 Jogo do Envergonhado
 Ilusões de Ótica
 Teste de Q.I.

 
Conheça o Hugo
...

 Motivação
 Filosofia
 Lá vem História
 Lendas Populares
 Mitologia Grega
 Crônicas e Textos
 Curiosidades
...

 A Fé Católica
 Orações Católicas
 Contos Religiosos
 Kardec e o Espiritismo
 Mensagens Mediúnicas
 Tudo sobre os Anjos
 Sonhos Astrais
...

 Coleção de Poemas
 Mestres da Poesia
 Coleção de Poesias

 Coletânea de Frases
 Escritores
...

 Canções Eternas
 Balada Romântica
 Músicas Traduzidas
...

 Top 100
 Parceiros
 Surpresa
 Museu Net Love

  "Receba nossas novidades"

Bruxaria


Bruxaria é a utilização , com intenção maligna, de poderes sobrenaturais por meio de ritos mágicos e com o fim de causar malefício a certas pessoas, assim como benefícios a seus praticantes. O fenômeno existe desde os tempos pré-históricos. Aparece já em Homero e na própria mitologia grega, através de figuras como Medéia e Circe. 

Para os cristãos, as bruxas estão presentes desde o Velho Testamento. Em um momento crucial de sua vida, Saul consultou a feiticeira de Endor, embora pela lei de Moisés a bruxaria fosse punida com a morte. No cristianismo primitivo, conhecia-se a prática de ritos mágicos, mas os apóstolos consideravam-na fruto de ardis do demônio, pois entendiam que somente Deus dispunha de poderes sobrenaturais.

O conceito de bruxaria na Idade Média baseava-se em certas pressuposições. Inclusive a crença de que o diabo e seus subordinados (demônios, íncubos e súcubos) eram reais e exerciam seus poderes no mundo tendo relações físicas com as pessoas e estabelecendo pactos entre seres humanos e o mal. Na Antigüidade, a crença nas práticas de bruxaria através da intervenção de espíritos e demônios era universal

A febre da caça às feiticeiras assolou a Europa de 1050 até o final do século XVII, quando ressurgiram as crenças de que a bruxaria era produto do contato com as forças do demônio. Entretanto, a questão só assumiu aspectos dramáticos a partir do século XIV, quando a igreja implantou os tribunais da Inquisição para reprimir tanto a disseminação das seitas heréticas como a prática de magia e outros comportamentos considerados pecaminosos. Ao dar importância ao problema, a perseguição contribuiu para que ele adquirisse ainda maiores proporções. 

Daí em diante, à medida que proliferaram os tribunais da Inquisição, os processos aumentaram rapidamente. A acusação sistemática só se verificou na época que é considerada a última fase da Idade Média, o fim do século XV, principalmente após a bula Summis desiderantes affectibus (1484), do papa Inocêncio VIII, e da obra Malleus maleficarum (1487; Martelo das feiticeiras), dos dominicanos Heinrich Kraemer e Johann Sprenger, em que se firmaram as normas do processo inquisitorial contra a feitiçaria.

A perseguição às bruxas foi metódica e violenta no norte da França, no sul e oeste da Alemanha e muito especialmente na Inglaterra e na Escócia, onde houve o maior número de vítimas. Os colonizadores ingleses levaram esse procedimento para a América do Norte, onde, em 1692, ocorreu o famoso processo contra as bruxas de Salem, em Massachusetts, narrado no livro Wonders of the invisible world (Milagres do mundo invisível - 1693) do clérigo puritano Cotton Mather (1663-1728) 

Em geral, acusava-se de bruxaria mulheres velhas, mas com menor freqüência também jovens e, excepcionalmente, homens. As acusações registradas contra essas pessoas referiam-se a toda espécie de malefícios contra a vida, a saúde e a propriedade: aborto das mulheres, impotência dos homens, doenças humanas ou do gado, catástrofes e temporais. As bruxas eram também denunciadas por pactos com o diabo. Montadas em vassouras, voariam pelos ares e se reuniriam em lugares ermos para celebrar o sabá e entregar-se a orgias. O último processo na Inglaterra ocorreu em 1712, e a última fogueira de bruxas na Europa foi acesa em 1782, no cantão suíço de Glarus.

A bruxaria é comum a todas as partes do mundo. A diferença reside no fato de que, em algumas sociedades, os bruxos (também chamados de curandeiros ou feiticeiros) desempenham funções importantes na comunidade. Na Índia, algumas tribos e membros das castas mais baixas acorrem, com freqüência, a bruxos e feiticeiros. Até os hindus de altas castas recorrem a eles em épocas de seca ou fome. Existem cultos ao demônio nas ilhas Salomão e ilhas Hébridas, no Pacífico. Na Birmânia, Indonésia e outras partes da Ásia, os bruxos ocupam papéis importantes na vida cotidiana. A bruxaria se estende por toda a África. O vodu no Haiti e feiticeiros de outros países latino-americanos representam formas de bruxaria.

Com a chegada do novo milênio, cresce vada vez mais a procura por ocultismo e bruxaria.


Voltar

Indique essa pagina para um amigo

Clique para Imprimir esta página

Problemas na Página? Avise-nos!

Ajuda e mapa do site

Ir para o topo da página