<Seja Bem-Vindo >


Faça parte da nossa lista de discussão

 Página Principal
 Novidades
 Fórum
 Papéis de Parede
 Colunistas
 Fale Conosco
...

 Mural de Recados
 Espaço do Visitante
 Doutor L'amour
 Caverna Mágica
 Minha Personalidade
 Jogo do Envergonhado
 Ilusões de Ótica
 Teste de Q.I.

 
Conheça o Hugo
...

 Motivação
 Filosofia
 Lá vem História
 Lendas Populares
 Mitologia Grega
 Crônicas e Textos
 Curiosidades
...

 A Fé Católica
 Orações Católicas
 Contos Religiosos
 Kardec e o Espiritismo
 Mensagens Mediúnicas
 Tudo sobre os Anjos
 Sonhos Astrais
...

 Coleção de Poemas
 Mestres da Poesia
 Coleção de Poesias

 Coletânea de Frases
 Escritores
...

 Canções Eternas
 Balada Romântica
 Músicas Traduzidas
...

 Top 100
 Parceiros
 Surpresa
 Museu Net Love

  "Receba nossas novidades"

História de uma mãe


Havia uma sofredora mulher que velava aflita, à cabeceira do filhinho doente, quando a Morte chegou para buscá-lo. 

Sem que ela pudesse ensaiar qualquer defesa, a Morte arrebatou o menino da cabana. 

Desesperada, a mãezinha saiu a gritar para rever o pequenino, mas a Morte veloz desaparecera. 

Chorando, avançou a infeliz, estrada a fora, quando, em plena noite, encontrou uma mulher que poderia encaminhá-la; esta, todavia, em troca da informação, pediu-lhe para cantar todas as canções com que a pobre embalava o filho. 

Embora em lágrimas, ela repetiu todas as cantigas com que afagava o pequenino, ao pé do berço. 

A mulher ensinou-lhe, então, que a Morte se dirigira para certo espinheiro. 

A pobre mãe alcançou-o, mas o espinheiro, para ajudá-la, exigiu que ela o abraçasse. 

Sem vacilar, a desditosa mãezinha enlaçou-o, aquecendo-lhe os espinhos que a noite enregelara... 

Quando o seu corpo já se mostrava coberto de chagas, o espinheiro explicou que a Morte seguira no rumo de grande lago. 

A peregrina, ensangüentada, chegou ao lago, mas o lago fazia coleção de pérolas e, para prestar-lhe o serviço, pediu-lhe os belos olhos. 

A infortunada viajante arrancou os próprios olhos e lhos deu. 

O lago, desse modo, transportou, ferida e cega, para o outro lado da terra, onde a Morte costumava guardar as criancinhas. 

Era um grande cemitério, guardado por monstruosa mulher que, para ensinar-lhe o lugar exato onde a Morte aportaria naquela noite, lhe reclamou a linda cabeleira. 

Sem qualquer hesitação, ela deixou-se tosar e, logo após, quase irreconhecível, foi colocada em posição de perceber a chegada do pequeno que procurava. 

Esperou... esperou... 

Em dado instante, ouviu que a Morte regressava com os meninos que recolhera. 

Atenta, escutava as vozes diversas, qual se registrasse a presença de um bando de passarinhos, quando, dentre todas, distinguiu o choro de seu próprio filho e, apesar de cega, avançou para ele, gritando, jubilosa: 

- Meu filhinho!... 

- Meu filhinho!... 

- E agarrou-o nos braços, a beijá-lo, enternecidamente. 

A própria Morte, emocionada, perguntou-lhe então: 

- Como fizeste para chegar aqui, antes de mim ? 

Ela, chorando e rindo, pôde apenas dizer: 

- SOU MÃE.


Voltar

Indique essa pagina para um amigo

Clique para Imprimir esta página

Problemas na Página? Avise-nos!

Ajuda e mapa do site

Ir para o topo da página