Talentos !... quem de nós, filhos do Amor, estará privado de possuí-los? !...
Desde a imagem mais apagada da figura humana, até aos grandes vultos que se engrandeceram na Seara do Senhor, encontramos a centelha divina dos talentos em crescimento constante para a Eternidade vitoriosa.
Apenas esperam a aplicação dos mesmos para usufruir-lhes o devido valor, mais nada !.
Nós, que já conseguimos enxergar por um prisma de maior entendimento o destino do Homem, devemos ajudar ao desenvolvimento dos mesmos, a aqueles irmãos que por circunstancias que desconhecemos, ainda se encontram impossibilitados de ajudar ao desenvolvimento da fraternidade humana, que nos pede entendimento recíproco dentro do trabalho de darmos de si, a nossa colaboração, embora pequenina e insignificante...
Inculquemos no coração de quem se sente diminuído, a idéia de que, sem a sua aparente pequenez, colocada ao serviço dos outros, jamais os que se consideram maiores, chegariam a ser “grandes”.
Numa palavra : aplicarmos os valores do serviço digno, minuto a minuto, sem escolha de situações, pessoas ou lugares, com esquecimento de todo mal, a fim de que os que tombaram se levantem, e os que conseguiram ficar em pé, possam prosseguir a jornada evolutiva, sem entraves na direção do Sumo Bem. E, não esqueçamos, filhos, que para este mister glorioso, não poderemos dispensar a colaboração dos talentos que Deus deposita em nossas almas...Colaboração esta, que deve apoiar-se na “equipe”, donde encontramos o “banco” da paciência e da resignação recíproca, que nos facilita a possibilidade de colaborar nos serviços de maior ascensão com Jesus.
Amemo-nos com a linguagem do trabalho coletivo, para pagar sem detença, aos “bancos” divinos, a quota de débitos que temos na caderneta individual e coletiva da reencarnação .
|