Formigas andam umas após outras, seguindo o compasso do outono, com folhas secas e velhas rotas no vento.
Mas ha formigas que não possuem dentes nas engrenagem, e são essas que mostram o mundo a elas, como ele é!
Desde que estou te amando o mundo se reduziu a metade quando zero.
Sê-des se vou voando, e te espero!
O mundo precisa de formigas preguiçosas, que se deixam morrer para que as outras possam ver, pois não ficam ociosas.
Ócio bonito pois arte não se caba, pois não se acaba, e não cabe...
Naquele vidro de geléia tão bonito que ninguém sabe.
Formigas andam umas após outras duma sós outras, atônitas, andam no rastro das outras no lastro.... tontas!
Em qualquer moldura que eu perceba um filtro um véu. Em qualquer moldura que se possa valer, e que possa se fazer ver, o que não se vê, para que um dia possam fazê-lo...
Um dia!
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