Quer conhecer o seu melhor amigo na Internet?



<Seja Bem-Vindo >


Faça parte da nossa lista de discussão

 Página Principal
 Novidades
 Fórum
 Papéis de Parede
 Colunistas
 Especial de Natal
 Fale Conosco
 Super Famosos
...

 Mural de Recados
 Espaço do Visitante
 Doutor L'amour
 Caverna Mágica
 Minha Personalidade
 Jogo do Envergonhado
 Ilusões de Ótica
 Teste de Q.I.

 
Conheça o Hugo
...

 Motivação
 Filosofia
 Lá vem História
 Lendas Populares
 Mitologia Grega
 Crônicas e Textos
 Curiosidades
...

 A Fé Católica
 Orações Católicas
 Contos Religiosos
 Kardec e o Espiritismo
 Mensagens Mediúnicas
 Tudo sobre os Anjos
 Sonhos Astrais
...

 Coleção de Poemas
 Mestres da Poesia
 Coleção de Poesias

 Coletânea de Frases
 Escritores
...

 Canções Eternas
 Balada Romântica
 Músicas Traduzidas
...

 Top 100
 Parceiros
 Surpresa
 Museu Net Love

  "Receba nossas novidades"

Navegando em você


Às vezes, ancorado perto de mim, você me pergunta - ou apenas interroga com o olhar doce, silencioso e pânico - o que eu procuro/encontro em você. 
Eu, marinheira de poucas/muitas longas viagens a bordo de você, não sei responder com precisão, porque as palavras param em minha garganta feito nós numa amarração de carga sufocante. 
Eu sei que você tem mãos, por exemplo, e em cada uma das palmas existem traços/linhas, que são como promessas de embarques regulares para as terras prometidas que eu quiser. 
Eu sei que você tem boca. E sinto que você diz - embora você não diga - que, cuidadosamente, saberá me orientar, caso eu queira ir para o Oriente, ou então me norteará, caso minha ida seja mais ao Norte. 
É perigoso mas os dentes que edificam teu sorriso mostram-me que todos os cuidados serão tomados para que eu não me perca/desapareça em estranhos oceanos. 
Eu sei que seus braços são longilíneas corredeiras para o infinito dos teus ombros, onde teus cabelos me acenam/clamam com a possibilidade de estar chegando perto/distante das coisas que ficaram discretamente misteriosas desde a Criação. 
E eu, passageira contraída/distraída, ouso olhar para a imensidão de teu corpo planície/planalto, sei lá, tentando compreender quão atlânticos serão os teus pacíficos mares. 
Embora me assuste/admito, as tempestades e maremotos que você gera no mar do amor. Diante da tormenta não serei mais que um "marujo atormentado" , me agarrando em tuas pernas em busca de salvação. 
Nesta viagem, onde todos os horizontes são longínquos, ficarei embriagada do teu cheiro e da tua alma, perguntando-me, com razão, que país estou navegando? Que idiomas devo falar? Que medos devo calar? 
E se não falo, te olho com jeito de posso ficar ... (?) 
No meio desse mar bravio, teus olhos me desvendam ventanias, sóis e portos difíceis de alcançar. Procuro um pouco de serenidade em teus silêncios de calmaria. Por onde posso ir, até onde devo navegar? 
Nasce o Sol - adormece o Sol. Há um mar sob nós. E sob o mar, todos os mistérios, todas as algas, todos os naufrágios, tesouros e piratas, mapas, todas as buscas. 
Todo nosso amor. 
E teu corpo, homem, é a grande embarcação da minha alma. 


Autor: M. Luchinytzs


Voltar

Indique essa pagina para um amigo

Clique para Imprimir esta página

Problemas na Página? Avise-nos!

Ajuda e mapa do site

Ir para o topo da página