Tão imperfeitas, nossas maneiras de amar. Quando alcançaremos o limite, o ápice de perfeição, que é nunca mais morrer, nunca mais viver duas vidas em uma, e só o amor governe todo além, todo fora de nós mesmos?
O absoluto amor, revel à condição humano e alma.
Autor: Carlos Drummond de Andrade |