O meu coração desce, Um balão apagado.
Melhor fora que ardesse Nas trevas incendiado.
Na bruma fastidienta... Como à cova um caixão.
Porque antes não rebenta Rubro, n'uma explosão?
Que apego inda o sustem? Atono, miserando.
Que o esmagasse o trem De um comboio arquejando.
O inane, vil despojo. Ó alma egoísta e fraca...
Trouxesse-o o mar de rojo Levasse-o na ressaca. |