Quer conhecer o seu melhor amigo na Internet?



<Seja Bem-Vindo >


Faça parte da nossa lista de discussão

 Página Principal
 Novidades
 Fórum
 Cyber Diet
 Papéis de Parede
 Colunistas
 Fale Conosco
 Super Famosos
...

 Mural de Recados
 Espaço do Visitante
 Doutor L'amour
 Caverna Mágica
 Minha Personalidade
 Jogo do Envergonhado
 Ilusões de Ótica
 Teste de Q.I.

 
Conheça o Hugo
...

 Motivação
 Filosofia
 Lá vem História
 Lendas Populares
 Mitologia Grega
 Crônicas e Textos
 Curiosidades
...

 A Fé Católica
 Orações Católicas
 Contos Religiosos
 Kardec e o Espiritismo
 Mensagens Mediúnicas
 Tudo sobre os Anjos
 Sonhos Astrais
...

 Coleção de Poemas
 Mestres da Poesia
 Coleção de Poesias

 Coletânea de Frases
 Escritores
...

 Canções Eternas
 Balada Romântica
 Músicas Traduzidas
...

 Top 100
 Parceiros
 Surpresa
 Museu Net Love

  "Receba nossas novidades"

Um libertador


"Pelo que os entregaste nas mãos dos seus adversários, que os afligiram, mas no tempo da sua angustia, quando eles clamaram a ti, tu os ouviste do céu; e segundo a multidão das tuas misericórdias lhes deste libertadores que os libertaram das mãos de seus adversários." (Neemias 9.27).

A reincidência da opressão era muito comum nos dias de Israel. Entendemos que a rebeldia dessa nação tinha como consequência a angustia causada pelos muitos opressores. Todavia, o Deus que os tirou do Egito era um Deus perdoador e sempre pronto a livra-los, quando arrependidos o buscavam. Essa continua sendo a atitude divina em relação a humanidade ingrata, quando a Ele clama suplicando por socorro na hora da angustia.

Conta-nos uma lenda que ha muitos anos a Suíça foi dominada pela Áustria, que nomeou um homem cruel para governa-la. Alegrava-o a magoa e humilhação dos suíços escravizados e tudo fazia para lhes tornar a vida cada vez mais difícil. Um dia teve a ousadia de colocar sobre um poste na praça o chapéu do Duque D'Austria, exigindo que todos o reverenciassem. Isso já era demais! E o povo passou a contornar a praça...

Vivia no interior do pais um caçador hábil como arqueiro e também como velejador. Precisou ir a cidade e nada o demoveu dessa ideia. Como se não bastasse o perigo que sozinho já correria, decidiu levar o filho de apenas oito anos de idade. Foram e no dia imediato entraram na cidade e caminhavam distraídos pela praça deserta, quando de repente ele ouviu:

- Cidadão, considere-se preso! Não reverenciou o chapéu do Duque D'Austria.

- Saudar um chapéu? Que disparate! Sou livre e jamais me curvarei diante de um chapéu - respondeu o homem tomado de ira.

O governador e chamado. Sabendo-o hábil arqueiro, determinou que publicamente acertasse uma maca colocada na cabeça do próprio filho. Num instante a flecha silvando os ares atravessou a maca. Mesmo assim, pai e filho foram presos e colocados num barco que os levaria ao cárcere; porem, na travessia do lago, desencadeou-se violenta tempestade. O pavor era geral. Lembrando-se de que o prisioneiro era remador famoso, o governador, que ia pessoalmente acompanhando os "réus" mandou desprende-lo. Tomando então o comando do barco, dominou o, conduzindo-o com segurança em direção a uma praia afastada. Antes de atracar o barco, o caçador saltou com o filho e, afastando-se rapidamente sob a fúria dos ventos, deixou o governador e a sua guarda na embarcação, a mercê das ondas que lançavam muita agua para o interior do barco relativamente frágil.

Esse caçador versátil continuou na luta pela pátria oprimida, concitando o povo a expulsar os invasores. Saindo de seus esconderijos, os suíços derrotaram os intrusos, tornando-se livres para sempre. Os sinos da liberdade ecoavam pelos vales e montes, inundando de alegria o coração do povo humilhado. E esse homem, chamado Guilherme Tell, e hoje o símbolo da Suíça - a terra do direito, a terra da liberdade!


Voltar

Indique essa pagina para um amigo

Clique para Imprimir esta página

Problemas na Página? Avise-nos!

Ajuda e mapa do site

Ir para o topo da página