Quer conhecer o seu melhor amigo na Internet?



<Seja Bem-Vindo >


Faça parte da nossa lista de discussão

 Página Principal
 Novidades
 Fórum
 Cyber Diet
 Papéis de Parede
 Colunistas
 Fale Conosco
 Super Famosos
...

 Mural de Recados
 Espaço do Visitante
 Doutor L'amour
 Caverna Mágica
 Minha Personalidade
 Jogo do Envergonhado
 Ilusões de Ótica
 Teste de Q.I.

 
Conheça o Hugo
...

 Motivação
 Filosofia
 Lá vem História
 Lendas Populares
 Mitologia Grega
 Crônicas e Textos
 Curiosidades
...

 A Fé Católica
 Orações Católicas
 Contos Religiosos
 Kardec e o Espiritismo
 Mensagens Mediúnicas
 Tudo sobre os Anjos
 Sonhos Astrais
...

 Coleção de Poemas
 Mestres da Poesia
 Coleção de Poesias

 Coletânea de Frases
 Escritores
...

 Canções Eternas
 Balada Romântica
 Músicas Traduzidas
...

 Top 100
 Parceiros
 Surpresa
 Museu Net Love

  "Receba nossas novidades"

Vencendo Honestamente


"A testemunha falsa não ficara impune; e o que profere mentiras não escapara." (Proverbios 19.5).

Celso era um garoto esperto, risonho e bom amigo. Nunca fazia qualquer malcriação para quem quer que fosse. Entretanto, tinha um terrível habito - era mentiroso. Em sua casa, ninguém conseguia acreditar nas suas informações. Eles moravam no prolongamento de uma rua, onde ainda não havia chegado o serviço de agua e esgoto. Precisaram, então, instalar uma bomba manual para encher o reservatório, que distribuía agua para o consumo diário da casa. Mas era necessário que todas as manhas a referida bomba fosse acionada, ate que o reservatório transbordasse. Sabia-se o momento de parar, quando a agua começava a escorrer pelo chão, vinda da caixa; era o sinal de que transbordara.

Essa tarefa foi confiada a Celso e ele, com a constante pressa de acabar sua obrigação para brincar, dava umas tantas acionadas na bomba e depois, com uma caneca, despejava agua no chão, embaixo do reservatório, e gritava: "Pronto, mãe, já enchi a caixa; a agua já caiu no chão. "O fato e que quase todas as tardes, em meio a um banho ou na lida da cozinha, a agua faltava e alguém precisava acionar a bomba novamente.

Certa noite, a mãe, falando com o pai a respeito da situação do filho que não se corrigia, perguntou-lhe: "O que vamos fazer com Celso? Parece que não ha nada que o faca falar a verdade. Ninguém pode confiar na palavra do garoto e isso me preocupa seriamente. "O pai, em tom conciliador, disse a esposa: "Ele vai aprender Um dia, ha de acontecer alguma coisa, que o fará compreender sobre a necessidade de falar a verdade para viver bem na terra, atingir as metas e realizar os sonhos. Você vera!"

Um dia, Celso voltou da aula entusiasmado com um passeio que faria no jardim zoológico. Contou que dois alunos prestariam relatório após o passeio e que o melhor deles seria premiado. Ele e João foram escolhidos e por isso iria prestar muita atenção, pois desejava que o seu fosse o melhor relatório; portanto, o premiado. Foram e passaram mesmo uma tarde agradabilíssima, vendo uma serie de animais ate então desconhecidos.

No dia seguinte, ele e o colega apresentaram verbalmente seus relatórios para os alunos das outras classes. Quando chegou a sua vez, ele começou a apresentar um relato fantástico... Falou dos macacos que faziam evoluções como malabaristas: das dez garças que comiam ração nas mãos do zelador (nem sabia que só existiam duas garças)... Falou... falou e falou. Finalmente chegou ao fim do estupendo relatório! Sentiu-se vitorioso!!! Foi-lhe difícil esperar pelo julgamento da comissão; ate que, afinal, chegou a hora da entrega do prêmio. A professora, depois de exibir diante de todos uma caixa de couro contendo um binóculo, falou: "A comissão decidiu unanimemente dar o prêmio ao João, por haver relatado exatamente o que viu."

Desapontado, Celso abaixou a cabeça e compreendeu que era necessário dizer a verdade para se sagrar vitorioso, em qualquer aspecto da vida.


Voltar

Indique essa pagina para um amigo

Clique para Imprimir esta página

Problemas na Página? Avise-nos!

Ajuda e mapa do site

Ir para o topo da página