Quer conhecer o seu melhor amigo na Internet?



<Seja Bem-Vindo >

 Página Principal
 Bate Papo
 Natal
 Novidades
 Fórum
 Eventos / Festas
 IPHosting
 Papéis de Parede
 Colunistas
 Fale Conosco
 Varginha Online
 Super Famosos
...

 Mural de Recados
 Espaço do Visitante
 Doutor L'amour
 Caverna Mágica
 Minha Personalidade
 Jogo do Envergonhado
 Ilusões de Ótica
 Teste de Q.I.

 
Conheça o Hugo
...

 Motivação
 Filosofia
 Lá vem História
 Lendas Populares
 Mitologia Grega
 Crônicas e Textos
 Curiosidades
...

 A Fé Católica
 Orações Católicas
 Contos Religiosos
 Kardec e o Espiritismo
 Mensagens Mediúnicas
 Tudo sobre os Anjos
 Sonhos Astrais
...

 Coleção de Poemas
 Mestres da Poesia
 Coleção de Poesias

 Coletânea de Frases
 Escritores
...

 Canções Eternas
 Balada Romântica
 Músicas Traduzidas
...

 Top 100
 Parceiros
 Surpresa
 Museu Net Love

  "Receba nossas novidades"

Perfeito Louvor


"Pôs na minha boca, um novo cântico, um hino ao nosso Deus; muitos verão isso e temerão, e confiarão no Senhor." (Salmos 40.3).

E agradável aos nossos ouvidos o cântico afinado e inteligível. Porem, será que essas coisas em si traduzem um perfeito louvor? Tem se presenciado muita gente cantando hinos sacros, ate em ocasiões especiais, sem que ao menos apresente uma vida exemplar, um comportamento que dignifique o louvor prestado a Deus que e todo pureza, todo santidade, e que não pode ver o mal.

Conta-se que Gandhi, sempre que viajava de trem pela Índia, comprava passagem de terceira classe. Ali os passageiros, como foi acontecer em alguns outros países, também não cultivavam hábitos de higiene, nem de boas maneiras. Certa ocasião, quando empreendia uma das suas viagens, ele chamou a atenção de um rapaz que viajava junto a ele no mesmo vagão e que de quando em quando cuspia no chão. Diante da advertência recebida, o moco respondeu indelicadamente e repetiu varias outras vezes o gesto. Gandhi calou-se. Depois de um bom tempo de viagem, o rapaz pegou no seu violão, dedilhando-o por uns momentos ate afina-lo, e começou a tocar e também a cantar musicas que exaltavam o grande líder e herói nacional - Gandhi. Quando, finalmente, o trem parou na estação da cidade para onde Gandhi se dirigia, ele se levantou, preparando-se para descer.

O jovem, que também ficaria ali, juntou suas coisas para sair. Na estação, ele percebeu que alguém de certa importância e grande respeito estaria chegando, porque havia uma enorme recepção organizada com musicas instrumentais, fogos de artificio e discursos. Parou para ver... Era Gandhi quem chegava! Só quando o viu recebido com tamanha honra e distinção foi que o rapaz se deu conta de que o passageiro a quem havia respondido de maneira tão descortês e insolente era exatamente aquele que havia enaltecido com tanta veemência através das suas canções. Ele não conhecia Gandhi, mas certamente entendeu que para ele nada significaram suas musicas e o seu cântico.

Essa experiência pode muito bem ser aplicada em relação a Deus. Ele deseja receber o nosso louvor e numerosas foram as vezes em que Ele mencionou esse seu prazer. Porem, deixou sempre claro que o desejava de maneira humilde, sincera e real. Citou como exemplo de perfeito louvor aquele que parte da boca das crianças, porque essas na sua pureza e despretensiosamente sabem ser honestas, sinceras e puras.

Condenou o povo que procurava apresentar-lhe honra e louvor superficiais, dizendo: "Este povo honra-me com os lábios; e o seu coração, porem, esta longe de mim" (Mateus 15.8).


Voltar

Indique essa pagina para um amigo

Clique para Imprimir esta página

Problemas na Página? Avise-nos!

Ajuda e mapa do site

Ir para o topo da página