Tendo deixado de ser uma potência marítima, Atenas, teve seu destino decidido às vezes pela Macedônia, às vezes pelo Egito. A hegemonia intelectual de Atenas foi desafiada por Alexandria com o seu novo museu e sua grande biblioteca. Apesar disso Atenas ainda era reverenciada como a fonte do pensamento e do saber grego.
Em Atenas, Filemon escrevia as suas peças, a escola de Aristóteles floresceu com Teofrasto e Zênon e Epicuro ensinavam às novas gerações suas filosofias discordantes. Reis Helenísticos embelezaram Atenas com novos edifícios. As principais famílias do Egito, da Síria e da Macedônia, mandavam seus filhos para serem educados em Atenas. Quando Justiniano fechou as escolas atenienses, 500 a.C., as estátuas começaram a cair e a cidade a desmoronar. Mas já então, Atenas, era mais que uma cidade. Tornara-se a expressão de uma liberdade intelectual que nunca morrerá.
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