E esse verde? Essa mata? É dissipada!
Aquele assobio do quero-quero que passa à noite para o banhado.
O banho de chuva no quintal. Que mal; que mal fazia?
Como vai? Que tal? O futuro então? Tudo devastaram; e sempre.
O passeio a beira da lagoa contaminada. Domingo na praia de águas turvas. E onde esta toda aquela bicharada? Todos os ninhos a piar logo a tarde? Deixa, logo estaremos em casa, protegidos no concreto, lá na cidade. Lá tem parque, lá tem bosque. Todos que nascem passeiam lá. Todos que são mais e mais fazem do mundo um cais sem hotéis, sem pensões nem mesmo estalagens. O céu, o mar, e a jangada.
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