Brisas da primavera, traga a musa perdida; mesmo que apenas, para uma eterna despedida;
Olhar ao rumo dos teus olhos, é invejar um brilho que nunca tive; deleitar-se pelo teu suave corpo, é apreciar tuas silhuetas todos os dias;
Sentir o tempestuoso calor da tua pele, é aquecer-me de uma solitária noite fria.
Contemplar os embaraços desses cabelos, é resolver os embaraços da minha vida.
Oh musa ! aqui estou, nessa melancolia sofrida, triste e desolado, desde que nunca chegou.
Mas, vivo na esperança de um dia, alcançar uma paixão nunca vivida.
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